Antes do “quanto custa?”, o cliente observa presença, constância e relacionamento. As vendas começam muito antes do pedido final.
A decisão de compra raramente acontece de forma impulsiva ou isolada. Na maioria das vezes, ela é construída aos poucos, em pequenos contatos quase invisíveis: um story visto sem compromisso, uma resposta rápida no direct, um comentário curtido, um bastidor compartilhado. É nesse percurso silencioso que a venda começa a ganhar forma.
No ambiente digital, o cotidiano deixou de ser apenas rotina e passou a ser estratégia. Mostrar o dia a dia do trabalho reuniões, processos, desafios e até erros, cria proximidade. O cliente passa a acompanhar a marca como quem acompanha uma história, e não apenas um produto. Quando chega o momento da oferta, a confiança já foi construída.
Stories, por exemplo, funcionam como vitrines vivas. Eles não precisam vender o tempo todo, mas precisam estar presentes. Um perfil ativo transmite organização, comprometimento e profissionalismo. Já o silêncio prolongado pode gerar dúvidas: será que essa marca ainda está em funcionamento? Será que o atendimento é ágil?
Outro ponto decisivo é a interação. Responder mensagens, reagir a comentários e manter diálogo frequente faz o cliente se sentir visto. E pessoas compram de quem as reconhece. Muitas vendas são fechadas não pelo preço mais baixo, mas pela sensação de segurança e atenção ao longo do processo.
No fim, o fechamento é apenas a etapa final de uma jornada que começou muito antes. Quem entende que cada story, cada resposta e cada presença diária influenciam a decisão de compra sai na frente. Vender, hoje, é estar presente, mesmo quando não há uma oferta explícita.
02 de fevereiro de 2026





















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